Críticas

Portal Terra: “São Paulo engole os desejos”

É difícil assistir Super Nada e não se identificar com os dramas existenciais e complexa personalidade de Guto. Interpretado por Marat Descartes, o personagem retrata as angústias de viver em uma metrópole que parece ter vida própria, sugando e influenciando o emocional de seus habitantes. Vencedor do Kikito de melhor ator no Festival de Gramado deste ano, o paulistano contou ao Terra como foi encarnar um homem que se vê perdido na cidade grande e em si mesmo: “São Paulo engole os desejos e coloca as pessoas em um vórtice de loucura, fazendo com que se perca a objetividade”.
(Beatriz Carrasco)

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O Estado de S. Paulo: “O festival chegando próximo ao fim, Super Nada, de Rubens Rewald, é o melhor longa brasileiro”

Em pré-balanço do Festival de Cinema de Gramado, O Estado de S. Paulo afirma: “O festival chegando próximo ao fim, Super Nada, de Rubens Rewald, é o melhor longa brasileiro”.

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Cine Garimpo: “Rubens Rewald consegue tratar com humor inteligente ao universo real e imaginário brasileiro”

É “super” e é “nada” ao mesmo tempo. Curioso este título, que se ganha outros significados ainda mais profundos quando pensamos na contextualização do filme. O Super Nada é um daqueles programas de humor de televisão em formato antigo, absolutamente ultrapassado e batido (algo com A Praça é Nossa e Zorra Total), mas que ainda têm uma audiência fiel. Entre os espectadores que ainda assistem, está Guto (Marat Descartes, também de Trabalhar Cansa, Os Inquilinos) um ator sem oportunidade, assim como foi mostrado no bonito filme Riscado, premiado em Gramado no ano passado.

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Site Cinemáticos: ” Um projeto de alto nível que consegue tratar de vários temas com a mesma profundidade”

Leia trecho da crítica do Site Cinemáticos ao filme Super Nada exibido em Gramado:

O Festival de Gramado está surpreendendo pela diversidade dos filmes concorrentes. Se um dia temos uma sessão com diretores iniciantes e alguns probleminhas, no outro isso já é compensado com um projeto de alto nível que consegue tratar de vários temas com a mesma profundidade. Este é o caso de Super Nada, segundo longa do diretor Rubens Rewald que já tem um histórico no roteiro e na dramaturgia.

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Zero Hora: “Super Nada destaca-se também pela oportunidade ímpar de ver Jair Rodrigues atuando”

Zero Hora faz uma análise de Super Nada:

A surpresa e a heterodoxia são realmente duas qualidades do segundo longa do realizador do igualmente instigante Corpo (2007) — ambos codirigidos por Rossana Foglia. A princípio, Super Nada parece ser um drama cômico sobre um versátil ator paulistano que batalha empregando seu talento em diversas atividades — curiosamente, esse argumento lembra o filme carioca Riscado (2011), de Gustavo Pizzi, que no ano passado rendeu o Kikito de melhor atriz para a ótima Karine Teles.
(Roger Lerina)

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