Críticas

Caderno de Cinema – Marcos Pierry fala sobre Mostra de Tiradentes e Super Nada

(…)no paulistano Super Nada (de Rubens Rewald e co-direção de Rossana Foglia, na mostra Transições) o polo de atração gravita na construção cultural mais embrutecida, corporificada nos ritos da(o) capital e nos sumidouros de auto-estima que minam o indivíduo na floresta petrificada de qualquer metrópole (percurso de Guto, o protagonista, vivido por Marat Descartes). Rir é quase igual a chorar porque não mais liberta verdadeiramente o espírito. E o palhaço encarnado por Jair Rodrigues deixa o recado: trata-se de uma tentativa de leveza em negociação permanente com outras linhas de força, talvez mais poderosas. Talvez nem a malandragem nem a sorte superem a mediocridade que Guto deve enfrentar no seu cotidiano de procurar emprego.
(Marcos Pierry)

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